Tarô de cartas sobre um tapete preto com símbolos astrológicos e fases da lua, decorado com pétalas secas, ao lado de uma vela, cristal e outros objetos ritualísticos.
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Astrologia

A astrologia entrou na minha vida como quem acende uma luz num quarto onde eu já vivia há anos, mas às escuras. Durante muito tempo senti que algo em mim não estava alinhado, como se eu estivesse a representar um papel que não era totalmente meu. Foi quando percebi que não estava a viver o meu Sol, mas sim o meu Ascendente, que tudo começou a fazer sentido.

O Sol fala da nossa essência, daquilo que somos quando estamos inteiros, conscientes e alinhados com o nosso propósito. É a nossa identidade profunda, a força vital que nos move. Já o Ascendente é a forma como entramos no mundo, a máscara que usamos para nos adaptarmos, sobreviver, corresponder. É o reflexo das primeiras estratégias que aprendemos para existir. Quando vivi apenas o meu Ascendente, eu estava a reagir à vida, não a criá-la. Estava a responder às expectativas, às circunstâncias, ao olhar do outro. Ao reconhecer isso, a astrologia deu-me permissão para regressar a mim.

A astrologia é uma linguagem antiga, estudada, observada e refinada ao longo de milhares de anos. Uma linguagem simbólica que nasce da observação dos movimentos dos planetas através das constelações e da forma como esses ritmos se refletem na vida humana. Não é algo vago ou aleatório — é um mapa, um espelho, uma narrativa cósmica que liga o céu à Terra, o macro ao micro.

Para mim, a astrologia tornou-se a mais poderosa ferramenta de autoconhecimento. Ajudou-me a compreender as minhas contradições, os meus medos, os meus talentos e os meus ciclos. Mostrou-me que não há nada de errado em mim — há apenas camadas, tempos, processos. Ensinou-me que crescer não é tornar-me outra pessoa, mas lembrar-me de quem sempre fui.

A astrologia não dita o meu destino, mas ajuda-me a reconhecê-lo. Dá-me linguagem para aquilo que sinto e consciência para escolher como quero viver. E talvez seja isso que a torna tão transformadora: ela não me diz quem devo ser, mas ajuda-me, com suavidade e verdade, a voltar para casa.

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