A minha história

Chamo-me Cátia Sofia.

Celebro a Tristeza e a Alegria!

Mulher sorrindo com cabeça envolta em lenço colorido, usando brincos grandes e roupas azuis, ao ar livre.
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A Minha História

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Sacerdotisa, Astrologia e Terapia

Chamo-me Cátia Sofia e celebro a Tristeza e a Alegria. O meu caminho tem sido um profundo processo de autoconhecimento, cura emocional e transformação interior, vivido primeiro em mim e hoje colocado ao serviço dos outros através do meu trabalho como sacerdotisa de rituais, astróloga e terapeuta.

O Início: infância, família e o primeiro chamado

Nasci em 1980, em Torres Novas, e cresci no Entroncamento. Sou filha de pais divorciados, uma experiência que me marcou profundamente desde cedo. Crescer entre separações, diferentes casas e dinâmicas familiares despertou em mim uma escuta sensível às feridas emocionais, às ausências e às adaptações silenciosas que tantas famílias vivem. Essa vivência moldou a minha empatia e o desejo de acompanhar processos humanos com presença e amor.

Adolescência e primeiros sonhos de missão

Na adolescência, percebi que queria ajudar o outro e sonhei ser enfermeira, trabalhando em missões humanitárias. No 12º ano, concorri a várias opções, incluindo enfermagem, ensino e design. Acabei por escolher professora primária, porque era uma porta para viajar e, de forma intuitiva, sentir que o mundo seria o meu caminho nomeadamento África.

A vida fora de Portugal: Angola, Macau e Moçambique

Depois de concluir o curso em Portalegre, o meu primeiro ano de trabalho como professora primária foi em Luanda, Angola, num colégio privado. Foi uma experiência intensa, que me ensinou a viver longe de casa e a crescer rapidamente.

Um ano depois regressei a Lisboa e, com o desejo de viajar, candidatei-me às Escolas Portuguesas no estrangeiro. A Escola Portuguesa de Macau foi a única a responder. Em 2005, mudei-me para Macau — e essa semana mudou a minha vida para sempre. Vivi em Macau cerca de 15 anos, um período de grande crescimento pessoal e profissional. Foi lá que encontrei trabalho, construí uma vida, uma família, fiz amizades que são família e ganhei muita maturidade.

Em 2013, fiz um ano sabático em Moçambique, cooperando com a ONG “Um Pequeno Gesto, Uma Grande Ajuda”. Durante seis meses vivi no interior - Chokwé, Chongoene e Xai Xai , no meio de comunidades, apoiando crianças e adultos em projectos de formação de alfabetização, capacitação e logistica. Foi uma experiência que alimentou a minha alma e confirmou o meu desejo de estar perto do humano, do essencial.

A transição para a vida de empreendedora

De regresso a Macau, trabalhei mais dois anos na escola e decidi deixar o ensino para seguir o meu próprio caminho. Em 2014, criei a minha empresa de organização de festas e casamentos. Os anos seguintes foram desafiadores, de muito trabalho, crescimento pessoal e de profunda aprendizagem sobre quem eu realmente era.

O despertar espiritual e o início do caminho de sacerdotisa

Em 2015, fiz a minha primeira consulta de astrologia com o Alex Gonçalves da Starlight, que me abriu portas para uma nova linguagem de autoconhecimento. Embora no início eu percebesse pouco dos símbolos, algo ressoou profundamente em mim. Na altura, ouvi que mais cedo ou mais tarde eu trabalharia na área holística — o que eu disse logo que seria impossível - Para uma mulher pragmática como eu era isso seria muito difícil de acontecer.

Volto a Portugal em 2016 com um conceito novo e irreverente nas Festas e nos Casamentos. O Bad Bad Maria torna-se uma referência nacional na área dos casamentos alternativos. Onde para além de organizar casamentos havia uma forte componente de comunicação para a mudança de práticas e de mentalidade relativamente ao que era tradicional e que já não fazia sentido na nossa sociedade mais moderna.

Em 2019, depois de anos de grande intensidade e de uma sensação de burnout, senti que precisava de uma mudança radical. Foi então que conheci o Luís Trindade e iniciei um processo profundo de cura emocional, que me ajudou a compreender que estava a viver para o reconhecimento externo e não para a minha essência.

Foi também nessa fase que uma grande amiga me pediu para fazer a benção da mãe. Não sabia o que era, mas fui procurar, investigar e sentir. Em pouco tempo estava inscrita num curso de Guia e Facilitadora de Círculos Femininos com a. Sofia Style da Mujer Ciclica, com módulos sobre rituais e cerimónias. Esse foi o início do meu caminho como sacerdotisa de rituais.

Em junho de 2020, celebrei o meu primeiro casamento como celebrante. Em setembro, comecei a facilitar círculos de mulheres. A partir daí, o meu trabalho começou a alinhar-se com aquilo que sempre esteve no meu coração: acompanhar pessoas e famílias em processos de transição e celebração, através de rituais conscientes e cerimónias sagradas ao mesmo tempo que ia fazendo o meu caminho terapeutico através de várias formações e retiros.

A astrologia e a terapia como ferramentas de apoio

Ao longo do meu percurso, a astrologia terapêutica e o trabalho de cura emocional tornaram-se ferramentas fundamentais no meu caminho de sacerdotisa. A astrologia ajudou-me a compreender os meus ciclos, as minhas sombras e a diferença entre viver o meu Ascendente — a forma como me adaptei ao mundo — e viver o meu Sol, a minha essência. Essa consciência mudou a minha vida e tornou-se uma das bases do meu trabalho.

A terapia e o acompanhamento terapêutico são também uma base importante no meu trabalho com famílias, rituais e cerimónias, porque permitem integrar emoções, honrar histórias e criar espaços de cura e pertença. As minhas sessões terapêuticas online são um espaço seguro para trabalhar transições, luto, separações, mudanças de vida e desafios emocionais com compaixão e presença.

Há seis anos que sou sacerdotisa onde guio e facilito rituais, faço sessões de astrologia e terapia

Em 2022, com o crescimento do turismo em Portugal, cansei-me de viver em Lisboa e mudei-me para o Porto, uma cidade onde me sinto em casa. Hoje viajo muito a trabalho, faço rituais em todo o país e começo a expandir também para o estrangeiro.

O meu trabalho como sacerdotisa é estar presente em momentos de transformação: rituais de passagem, cerimónias familiares, bênçãos, celebrações e faço também processos de cura emocional maioritariamente online.

Através da astrologia terapêutica, dos rituais e do acompanhamento terapêutico, acompanho famílias e indivíduos a viverem os seus ciclos com mais sentido, leveza e amor.

Ao acompanhar o outro, revejo-me. E percebo que todas as minhas vivências — inclusive as feridas — não foram em vão: tornaram-se ferramentas e sabedoria para servir quem chega até mim.

"Viver para poder contá-la."

— Gabriel Garcia Marquez

É este o meu trabalho:

Celebrar a vida através de rituais de uma forma intencional, amorosa e alegre em que todos possamos ser livres, aceites e felizes.

Mulher sorridente tocando um tambor durante uma celebração ao ar livre, com várias pessoas ao fundo.
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